top of page

O fim da formação "commodity": porque é que o ROI tradicional já não chega

  • Foto do escritor: Pedro Peixoto
    Pedro Peixoto
  • 24 de fev.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 5 de mar.

Durante décadas, a formação corporativa foi tratada como uma mercadoria: comprada em massa, medida por horas e espremida para obter o "preço por cabeça" mais baixo possível. Fomos condicionados a olhar para a fatura como o principal indicador de sucesso.


Na Glorick, acreditamos que esta mentalidade é o maior dreno oculto de capital e talento nas empresas atuais.


Escolher uma formação "barata" não é poupar dinheiro. É aceitar um imposto invisível sobre a qualidade, o potencial humano e, acima de tudo, o tempo. Para recuperar este valor perdido, temos de parar de medir o Custo e passar a medir o Tempo de Impacto (TTI). Para isso, criámos um novo padrão: o Coeficiente de Aceleração do Talento (CAT).


A Fórmula Mestra do CAT


CAT = [ ( (B × Q) + S + F + O ) × (L + Delta-L) ] + R-poupado

M + (T-inv × W)


O Coeficiente de Aceleração do Talento da Glorick
O Coeficiente de Aceleração do Talento da Glorick

Os novos pilares do Capital Humano:

  1. Pare de ignorar a base do investimento (o custo da distração)

    A fatura (M) é apenas a ponta do icebergue. O investimento real é o tempo que os seus colaboradores dedicam à formação (T-inv) multiplicado pelo seu salário (W). Se a sua equipa passa um ano numa plataforma genérica sem resultados, não poupou no fornecedor; subsidiou um ano de salários improdutivos. O verdadeiro ROI protege, acima de tudo, o valor do tempo da sua equipa.

  2. A armadilha do "Quase Pronto" (o imposto pelo atraso)

    Na economia global, a velocidade é uma vantagem competitiva. Os métodos lentos e massivos geram um T-ramp (período de adaptação) eterno. Cada mês que um colaborador está "quase pronto" para liderar uma negociação, a empresa paga um Imposto pelo Atraso. Está a perder a Porta de Oportunidade (O): os mercados onde não pode entrar porque a sua equipa ainda está "em processo".

  3. O multiplicador humano vs. a automatização genérica

    A tecnologia deve potenciar o talento, não substituir a ligação humana. O conteúdo automatizado peca pela falta de Qualidade (Q): falta empatia, inteligência cultural e capacidade de gerar confiança. Pelo contrário, o mentoring 1-on-1 gera um prémio de fidelização (Delta-L). O talento não fica em empresas que lhes dão apenas um login; fica em empresas que investem na sua identidade profissional. Assim, evita-se o drástico custo de substituição (R-poupado) que a rotatividade de pessoal acarreta.


Qual é o TTI da sua empresa?

Formar apenas para "cumprir calendário" já não é opção. Na Glorick não vendemos horas; vendemos Aceleração de Talento. Ajudamos os RH e a Direção Financeira a alinharem-se numa verdade simples: a formação mais cara é aquela que demora demasiado tempo a dar resultados.


Este é o primeiro de uma série de 4 artigos onde vamos desconstruir a fórmula CAT passo a passo. Vamos ensinar-lhe a identificar os "Custos Sombra" que corroem o seu orçamento e como transformar a aprendizagem num ativo financeiro de alto rendimento.


Está pronto para parar de pagar o "Imposto pelo Atraso"?

bottom of page